Sopa de letras

    Sopa de letras Pedro de Albuquerque © FBN 414509 peixe morto enrolado de jornal para mais de ontem nada, não mais, nada, não mais   a sarjeta, a banqueta, o porto a beira do cais  o louco vesgo, o bêbado absorto desditos ais    o bêbado, o louco, o porto  a banqueta, a sarjeta … Leia mais

A preço e muito pago

       A preço e muito pago   elegia de fé em prosa de simples versos cantos, tantos, quantos poeta: Maximiano Campos Pedro de Albuquerque © FBN 414509 Há quanto me tenho dado de cansar em busca do amor. Tanto cassei, quanto cansei. Como gastei. De mim, carne e energia. De sobra, sombras e cinzas. … Leia mais

Amsterdã

Amsterdã é mesmo uma festa e bem vale mais do quê uma missa.  Trinta inimagináveis dias: inesquecíveis! A juventude. As mais belas e sociáveis mulheres do mundo. O dia todo ou de bicicleta, ou de barco, ou a pé, ou de bonde. O sol do inverno ao romper das nuvens e o céu azul. Muita … Leia mais

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